2006-02-15

Cais de bruma



A centelha de espuma,
o salgado veio, que sulca cada brisa.
A distância,
o pranto mudo,
o cais da bruma,
que escoa a mesma dor que o mar aviva.

Ei-lo!
Manso ou fremente,
o imaginário querer de novo porto.
Na esteira do astro morto,
a ânsia de partir:
- O passo em frente.


Imagem: Catedral

3 Comments:

Blogger wind said...

Belo post!

10:32 da manhã  
Blogger palavras que escrevo said...

a porta estava aberta e entrei, cheguei aqui porque li um poema teu num blog, o blog da Wind, que tem poesia na alma e no coração

vim ler-te e o que li surpreendeu-me

e num passo em frente vou até esse mar que me encanta e que faz parte de mim

gostei do teu blog, gostei de te ler

voltarei

beijinhos

lena

4:49 da tarde  
Blogger tecum said...

Excelente, este post!
Beijinho de boa noite.

7:41 da tarde  

Enviar um comentário

<< Home